Fonte: Redação RCV
Órgão não remunerado terá caráter consultivo, analisando os projetos para os grandes eventos esportivos e apresentando sugestões complementares
Rio de Janeiro, 14 de fevereiro de 2011 – O prefeito Eduardo Paes assinou nesta segunda-feira (14), no Palácio da Cidade, o decreto de criação do Conselho do Legado da Cidade, com objetivo de debater a herança que a Copa do Mundo de 2014 e as Olimpíadas de 2016 deixarão para o município. O Rio Como Vamos, representado por sua presidente executiva, Rosiska Darcy de Oliveira, será um dos 20 integrantes do Conselho, que terá caráter consultivo, analisando os projetos para os grandes eventos e apresentando sugestões que complementem as ações em desenvolvimento.
Presidido pelo prefeito Eduardo Paes, o Conselho será formado por representantes do poder público municipal e estadual (secretarias municipais da Casa Civil e do Desenvolvimento, institutos Rio 2014/2016 e Pereira Passos, Câmara Técnica de Desenvolvimento Sustentável e Governança Metropolitana e Secretaria Estadual da Casa Civil), dos Comitês Organizadores da Copa e das Olimpíadas, de instituições da sociedade civil (RCV, Associação Comercial do Rio de Janeiro, Instituto dos Arquitetos do Brasil e Associação dos Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário) e do setor privado. Os membros do órgão não serão remunerados.
Segundo Paes, a criação do Conselho reforça o compromisso da prefeitura com a transparência dos investimentos e ações para a preparação dos Jogos e, sobretudo, com a proposta de que as Olimpíadas deixem um legado para a cidade. Ele lembrou que o Legadômetro, lançado ano passado, já torna públicos os andamentos de cada uma das obras, revelando inclusive aquelas em que haja eventualmente atrasos. E reafirmou sua confiança de que todos os projetos estarão prontos em tempo hábil para os dois megaeventos esportivos.
Para a presidente do RCV, Rosiska Darcy, a Copa e as Olimpíadas poderão trazer grandes benefícios à população da cidade, desde que as obras necessárias sejam feitas conforme planejado e com total transparência. Por isso, ressaltou, é fundamental que a sociedade civil acompanhe de perto a execução desses projetos.
Na primeira reunião do Conselho, logo após a assinatura do decreto, Rosiska propôs que sejam organizados mecanismos de mobilização popular, chamando os cariocas a participar mais ativamente do processo de preparação da cidade.
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